E diz que o Rock vai rolá no Rio de novo.
A primeira vez que isso aconteceu foi em 1985, a segunda em 1991 e a terceira em 2001. Desse terceiro Rock in Rio eu me lembro vagamente, era um pentelho de 12 anos e estava na sexta série. Tinha até alguns amigos mais emancipados que ensaiavam aparecer na escola com camisa do Guns and Roses. Esses mesmos muleques um tempo depois começaram a ouvir Raimundos e Charlie Brown Jr. e isso era a apoteose da maloquerage no ciclo II do ensino fundamental. A essa altura do campeonato eu devia ta jogando tazo em algum canto do pátio.
No Rock in Rio de 2001 colaram caras como Guns, Iron Maiden, Red Hot Chili Peppers e outros. Nunca gostei desse nipe de som gringo, mas vejamos como a canarinho subiu ao palco naquele ano odisséico: Barão, Cássia Eller, Ira!, Ultraje, Pato Fu, Moraes Moreira, Engenheiros, Zé Ramalho, entre outros. Mesmo fazendo objeções a algumas dessas bandas há que se admitir que o time é deveras respeitável.
Diz-se que em 2011 o Rock in Rio volta ao Rio. Ao ouvir a notícia eu, apavorado, me perguntei: quem diabos irá representar o Brasil no Rock in Rio 2011?
O problema não é ter coisas como Carlinhos Brown [com sua peculiar preocupação com a hidratação da galera headbanger], porque eu não considero rock só o rock de guitarras agressivas. Moraes Moreira pra mim no Rock in Rio, por exemplo, tá tranquilo. Não que o som dele seja rock, mas é de qualidade, então sem zica Moraes no Rock in Rio. O problema é que a música brasileira vive uma crise aguda de um mainstren fugaz que não se sustenta. Nossos dias são de um happy rock hype nada pra frentex. Quem subirá aos palcos pra mostrar que nós somos mais do que um bando de muleque colorido gemendo no microfone?
E quem virá da gringa? Amy Whinehouse, Lady Gaga, 50 Cent e alguma outra doidinha que ainda está por estourar daqui até lá e que certamente irá alimentar muito a programação da Mtv.
Sem querer fazer escatologia e sem saudosismo, mas eu não faço idéia de ques banda tupiniquins poderá subir lá e arriscar um We will rock you brasileño.
.
Olha o Roque
terça-feira, 20 de julho de 2010
rasurado pelo
Jorge Teixeira
às
16:56
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Choveu que amarrotou
terça-feira, 13 de julho de 2010
Tava calor, agora fez frio.Hoje choveu, fazia tempo que não chovia
Antes tava calor, agora choveu e tá frio.
Nunca mais vai fazer calor.
Vai ser sempre frio agora
E vai chover de novo e de novo
[nossa vida é dura, nosso som abstrato
indescritível é esse nosso contato]
rasurado pelo
Jorge Teixeira
às
10:27
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Roberto, corta essa
domingo, 4 de julho de 2010
Vídeo dos alunos da UNESP Bauru em simpática reunião matinal com o Diretor Roberto Deganutti e seu fiel escudeiro José Munhoz, dissertando longamente acerca da privatização e da precarização da Universidade. Se é melhor pra sociedade, pra tiazinha da limpeza ou pro dono da firma, você decide ligando para 0800-717171. É sua chance de sair do seu lugarzinho confortável e ser sujeito da sua própria formação!
Com estrelando: Munhoz, Dega, Bia, Jorge, Gringa, BO, Débora e Ynaiá.
Um oferecimento: Arroz de Ato-festa: o mais 'soltinho'!
.
rasurado pelo
Jorge Teixeira
às
19:58
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Se ela se penteia eu não sei
quarta-feira, 30 de junho de 2010

Foi vendo um desses posts do PC que eu comecei a reparar que de fato a gente vive a era das meninas de cabelos muito lisos.
Eu já tive a oportunidade de dissertar sobre a beleza feminina em linhas de outrora e hoje venho manifestar meu repúdio às meninas que, estupidamente, se submetem às chapinhas pra ficar com o cabelo MUITO liso.
Meninas de cabelo muito liso são bastante parecidas, afinal elas estão dentro da tendência de ter cabelo muito liso, na qual se inserem 75% das garotas atualmente.
Ter cabelo liso, tudo bem. É uma parada que não é pra todo mundo e você não pode se livrar disso se nasceu assim. Mas tem umas minas que se submetem à algum tipo de procedimento nuclear pra ficar com o cabelo muito liso, de uma maneira gritante. Perceber que vastas maiorias de gurias estão nessa condição é uma parada triste.
Não é o problema de elas ficarem feias, elas ficam bonitas assim, quem há de negar? O problema é que isso vira uma tendência de tal maneira universal que todo mundo tá colando em seus álbuns do Orkut figurinhas nessa pose. Mano, que coisa mais idiota!
Essas gurias fatalmente serão pares daqueles caras categorizados como Gordinho-meio-fortinho-meio-bombadinho. Essas figuras que usam camisas pólo com um brasão do lado direito, tomam Smirnoff no posto de gasolina e têm no bolso um convite do primeiro lote daquela balada. Balada para a qual a namorada dele estará com aquele cabelo Loreal porque eu mereço, deveras maquiada. Não há mais espaço para os cabelos cacheados, black, encaracolados, dreads, etc. Todos foram abduzidos pela lógica arbitrária dos cabelos muito-muito lisos. Como disse o Baleiro, Comercial de shampoo, cerveja e celular, modelos para crer, Credicard.
Mas essas garotas não estão só nas baladas leléski open bar. Elas também estão no SESC. Sim, Bauru tem um público bastante peculiar quando se trata de pessoas descoladas. Diferente de Araraquara, em Bauru as pessoas alterninhas são chiques, elas são bem engomadinhas. Existe uma quantidade assustadora de peruinhas-alternativas por aqui. O cabelo delas? Daquele jeito. Araraquara não, amigo. Lá a galera alternativa é ortodoxa de dar medo. A própria mina percussionista da banda setentista araraquense Os Rélpis é um outdoor de repúdio ao alisamento indiscriminado dos capilares.
Pessoas do sexo feminino, saiam desse lugar comum, dessa unanimidade dos cabelos lisíssimos. Exerça o seu direito de não estar igual à todas as outras.
Baby, você não precisa de um salão de beleza
.
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Jorge Teixeira
às
07:04
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Atleticanalhamento
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Pedagogo histórico-cricri diz:
*Oi!
Internauta atleticana-chicletera influenciada pela relativização das formas mais desenvolvidas da cultura diz:
*Oieeeeeeeeeeee! =)))
Pedagogo histórico-cricri diz:
*o que você tem de produção musical acumulada histórica e socialmente pela humanidade pra socializar?
Internauta atleticana-chicletera influenciada pela relativização das formas mais desenvolvidas da cultura diz:
*Q??
Pedagogo histórico-cricri diz:
*A gente poderia fazer um intercâmbio cultural, eu tenho alguns arquivos em mp3
*Juntos poderemos nos apropriar melhor do patrimônio cultural humano-genérico
Internauta atleticana-chicletera influenciada pela relativização das formas mais desenvolvidas da cultura diz:
*entaum, é ki eu tenho ki customizá meu abadá
*dps agente se fala
*bjs! =)
Internauta atleticana-chicletera influenciada pela relativização das formas mais desenvolvidas da cultura está offline.
_
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Jorge Teixeira
às
08:35
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Pedagogia Crítico-fanfarrona
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Fazia um tempo que o ócio criativo não pairava sobre as cabeças desocupadas da minha sala. Foi num dia desses que ouvindo sobre as abordagens do ensino de Educação Física que nós decidimos criar mais uma vertente em educação: trata-se da Pedagogia crítico-fanfarrona! Atualmente respondem pela teorizações teoréticas, dentro de um exercício de exegese e hermenêutica, Teixeira Neves (2010) e Damasceno (2010), respeitados neo-doutores de Massachussets especializados em teses conspiratórias da educação. Dentre suas publicações mais importantes constam: Para além da pós-modernidade, Políticas públicas assistencialistas no comunismo primitivo, Aprendendo a viver junto: a intolerância à atleticanos nos campi da unesp e Bauru é foda: análise de um imbróglio.
Esse post visa explicitar muito brevemente os pressupostos da Pedagogia crítico-fanfarrona:
Esses tempo atrás, uma pá de mano se juntaram em torno de um mesmo ideal: a quebra do paradigma da quebra de paradigmas. Dorival Super Nany foi quem iniciou a desistematização desses estudos fanfarrões, buscando a elaboração de uma teoria pautada na maloqueragem como princípio educativo.
De lá pra cá, alguns outros teóricos neo-doutores tem se engajado nessa labuta. Para Sartoretto (2008) a picaretagem é o eixo norteador da fanfarronice, porém Magda (2007) mostrou que toda essa elaboração não passa de um mito, pois de acordo com a autora, personalidades como Xuxa e Pelé não são mitos.
O educador crítico-fanfarrão preza pela fanfarronice como abordagem teórico-prática, fazendo da picaretagem um instrumento de emancipação humana.
A PCF adota como metodologia qualquer metodologia, não fazendo acepção de métodos e jeitinhos.
Tem como pressuposto a ação pela ação, isto é, a aula pela não-aula. Com efeito, a Pedagogia crítico-fanfarrona é a negação da negação da negação da negação do aprender a aprender a aprender a aprender a aprender.
Vida longa à Pedagogia Crítico-fanfarrona!
.
Esse post visa explicitar muito brevemente os pressupostos da Pedagogia crítico-fanfarrona:
Esses tempo atrás, uma pá de mano se juntaram em torno de um mesmo ideal: a quebra do paradigma da quebra de paradigmas. Dorival Super Nany foi quem iniciou a desistematização desses estudos fanfarrões, buscando a elaboração de uma teoria pautada na maloqueragem como princípio educativo.
De lá pra cá, alguns outros teóricos neo-doutores tem se engajado nessa labuta. Para Sartoretto (2008) a picaretagem é o eixo norteador da fanfarronice, porém Magda (2007) mostrou que toda essa elaboração não passa de um mito, pois de acordo com a autora, personalidades como Xuxa e Pelé não são mitos.
O educador crítico-fanfarrão preza pela fanfarronice como abordagem teórico-prática, fazendo da picaretagem um instrumento de emancipação humana.
A PCF adota como metodologia qualquer metodologia, não fazendo acepção de métodos e jeitinhos.
Tem como pressuposto a ação pela ação, isto é, a aula pela não-aula. Com efeito, a Pedagogia crítico-fanfarrona é a negação da negação da negação da negação do aprender a aprender a aprender a aprender a aprender.
Vida longa à Pedagogia Crítico-fanfarrona!
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rasurado pelo
Jorge Teixeira
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08:01
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A vida é feita de escolhas
domingo, 25 de abril de 2010
rasurado pelo
Jorge Teixeira
às
18:21
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